Cidade de Guarulhos é alvo da Operação Lava Jato, Xepa

By | 22 de março de 2016

Alvo da operação Xepa, Odebrecht tem sede em Guarulhos

Empreiteiras denunciadas pela Lava Jato doaram ao PT R$ 207 milhões quando Elói Pietá era secretário geral do PT

Alvo da operação Xepa, Odebrecht.

Empreiteiras denunciadas pela Lava Jato doaram ao PT R$ 207 milhões quando Elói Pietá era secretário geral do PT.

Hoje a operação Xepa chegou em guarulhos na sede da Odebrecht até o momento não foi revelado os nomes dos envolvidos e se foi apreendido documentos na empresa.

O que sabemos é que políticos da cidade de guarulhos principalmente do PT estão preocupados com essa OPERAÇÃO XEPA.

Cidades alvo da operação Lava Jato

Em São Paulo, os mandados estão sendo cumpridos na capital, em Guarujá, GUARULHOS, Jundiaí e Valinhos; no Rio de Janeiro: na capital e Angra dos Reis; na Bahia: em Salvador e Mata de São João; no Distrito Federal: em Brasília; em Pernambuco: no Recife; em Minas Gerais: em Belo Horizonte; e no Rio Grande do Sul: em Porto Alegre.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), durante a deflagração da Acarajé, que era o nome utilizado pelos suspeitos para se referir ao dinheiro irregular, foram constatados indícios de que foi instalado um setor organizado dentro da estrutura da Odebrecht.

E que esse setor era utilizado para pagamentos que incluíam vantagens indevidas a servidores públicos em razão de contratos firmados pela empresa, chamado “setor de operações estruturadas”. O MPF apurou que os pagamentos se estenderam até novembro de 2015, mais de um anos após a deflagração da Lava Jato.
A missão do grupo formado era, dentre suas missões, viabilizar, mediante “pagamentos paralelos”, atividades ilícitas realizadas em favor da empresa.

O setor tinha um sistema informatizado próprio utilizado para armazenar os dados referentes ao processamento de pagamentos ilícitos e para permitir a comunicação reservada entre os executivos e funcionários envolvidos nas tarefas ilícitas, ainda e acordo com o MPF.

Além disso, para viabilizar a comunicação secreta entre executivos, funcionários da Odebrecht e doleiros responsáveis por movimentar os recursos espúrios, utilizava-se outro programa, em que todos se comunicavam por meio de codinomes.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o investigado fica preso à disposição da Justiça sem prazo pré-determinado. Os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba.