CUIDADO – Haddad é um dos PIORES Prefeitos de São Paulo em todos os tempos.

By | 27 de setembro de 2018

Haddad, entre as fantasias dos marqueteiros do PT e a realidadeDiante de seus feitos em pouco mais de dois anos de governo, Haddad se habilita, desde já, a conquistar um lugar privilegiado na galeria dos piores prefeitos de São Paulo em todos os tempos.

1. A criação das piores ciclovias do mundo

Obviamente, ninguém é contra as ciclovias por princípio. O que muita gente contesta são as ciclovias que Haddad está implantando na cidade. Consideradas como uma vitrine de sua administração, por mais absurdo que isso possa parecer, as ciclovias de Haddad nem mereceriam ser chamadas como tais, de tão ruins que são, de tão improvisadas que são. Elas não passam de faixas vermelhas pintadas a esmo no asfalto – não por acaso, ele recebeu a alcunha de “prefeito Suvinil”.

2. A implantação de faixas exclusivas de ônibus fora dos grandes corredores de tráfego

Haddad subverteu a boa gestão urbana ao promover a proliferação indiscriminada de faixas exclusivas para ônibus. Como no caso das ciclovias, sem critérios técnicos para justificá-las. Em vez de se preocupar em isolar a circulação dos coletivos nas grandes vias, com obras de qualidade, como ocorreu nos corredores 9 de Julho/Santo Amaro e Rebouças/Consolação, ele implantou vias exclusivas para ônibus em ruas estreitas, que não têm condições de abrigá-las.

3. A invasão recorde de terrenos municipais

É provável que, em nenhuma outra gestão, a prefeitura paulistana tenha sido tão conivente com a invasão de terrenos públicos por grupos organizados, como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Segundo levantamento publicado pelos jornais, os ativistas ocupam hoje 16 terrenos municipais, a maioria dos quais reservada para praças e jardins, mas também áreas de mananciais e preservação ambiental, sem que a prefeitura tome qualquer providência para realizar a reintegração de posse.

4. O abandono das ações para recolhimento de mendigos, sem-teto e “nóias” das ruas

Desde a gestão de Luíza Erundina na prefeitura de São Paulo, no final dos anos 1980, São Paulo não tinha tantos mendigos e sem-teto improvisando moradias e criando novas favelas em áreas públicas, em especial em praças e embaixo de viadutos. Das marginais dos rios Pinheiros e Tietê, que são artérias vitais para o deslocamento da população, ao Minhocão, na região central, e à avenida dos Bandeirantes, o principal acesso à rodovia dos Imigrantes, que liga São Paulo à Baixada Santista, não há um ponto da cidade em que não tenham surgido barracos e acampamentos nos últimos anos.

5. A suspensão do Controlar e a ocupação de áreas de mananciais

Em cumprimento a uma promessa de campanha, Haddad acabou com o Controlar, o programa que obrigava os veículos emplacados na cidade, inclusive motos, ônibus e caminhões, os maiores vilões, a passar por uma verificação de emissão de poluentes. No lugar do Controlar, que custava apenas R$ 50 por ano e tinha uma tecnologia exemplar para agendamento de vistorias pela internet, Haddad até agora não adotou nenhum outro programa, decorrida a metade de sua gestão. Resultado: a emissão de monóxido de carbono em São Paulo, que havia caído quase 50% em 2011, segundo dados oficiais, voltou a subir em escala geométrica. Além disso, Haddad faz vistas grossas à ocupação descarada de áreas de mananciais por grupos organizados, como o MTST, em especial na região da represa de Guarapiranga, na zona sul, uma das últimas do gênero na cidade.

6. A desvalorização do patrimônio histórico

Numa demonstração do apreço que tem pelo patrimônio histórico da cidade, Haddad autorizou a realização de grafites nos arcos da avenida 23 de maio, que liga a zona sul à zona norte. Chamados por ele de “muro de arrimo”, os arcos foram restaurados pelo ex-prefeito Jânio Quadros, final dos anos 1980. A relevância histórica dos arcos havia sido reconhecida pelo Conpresp, o órgão municipal de proteção ao patrimônio, em 2002. De acordo com a legislação, a obra deveria ser “integralmente preservada”, mas Haddad patrocinou a sua mudança, ao estimular o Conpresp a rever a decisão anterior, no final do ano passado.

7. A deterioração da Vila Madalena

Como se tudo isso não bastasse, Haddad ainda conseguiu detonar a Vila Madalena, que, por seu charme e pela agitação noturna, já foi tema de novela da Globo. Um dos endereços preferidos dos notívagos paulistanos e um dos bairros mais valorizados da cidade, a Vila Madalena transformou-se em palco de comemorações da Copa do Mundo na cidade e de desfile de blocos de Carnaval por iniciativa da prefeitura. A “invasão” de visitantes está assustando moradores e frequentadores tradicionais dos bares, restaurantes, galerias e casas noturnas da Vila Madalena.

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