Lei regula a participação dos trabalhadores nos lucros

By | 16 de outubro de 2018

lucros

Empresas que optam por repartir os lucros entre seus funcionários devem, antes de efetivar a distribuição dos dividendos, definir metas atingíveis. Essas metas precisam ser acordadas previamente, afinal, conforme a lei, saber os critérios envolvidos na premiação é um direito do trabalhador.

Participação nos lucros: você divide os ganhos com os colaboradores?
Vinicius Roveda Vinicius Roveda 15/11/2017 6 min de leitura ⇠ Voltar
A sua empresa tem diretrizes de participação nos lucros? Ou você acha que dividir os ganhos com os colaboradores é coisa para peixe grande? Como veremos neste artigo, há boas razões para você cogitar a ideia, que pode ter reflexos positivos no desempenho do negócio.Um sistema de gestão que conecta as áreas da sua empresa: do financeiro ao comercial

Participação nos lucros e produtividade
A participação nos lucros é considerada uma boa estratégia para aumentar a produtividade. Ao contrário do que se possa imaginar, até mesmo em pequenas empresas, a divisão das receitas pode ser realizada e com resultados positivos.

No entanto, a falta de informação afeta as empresas, que persistem no entendimento equivocado de que dividir lucros diminui as receitas. Essa falsa ideia, somada a barreiras diversas na implementação da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), cria uma conjuntura desfavorável ao crescimento do negócio.

Pensando nisso, o guru do marketing digital Neil Patel lançou um desafio. O requisito para participar é aceitar dividir os lucros com funcionários. Como prêmio, a empresa vencedora ganhará uma consultoria completa com ele. Mais de cinco mil empresas brasileiras decidiram participar.

O que diz a lei sobre a participação nos lucros

A Lei 10.101/2000 regula a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas.
No artigo 1º, já fica clara a disposição de regulamentar a divisão nos lucros como forma de estímulo à produtividade. Essa é a premissa que orienta a participação nos lucros.

Empregados que trabalham orientados pelo aumento na lucratividade são, de acordo com o entendimento legislativo, mais produtivos.

Dessa forma, as empresas também ganham, pois passam a gerar resultados que não seriam possíveis se os colaboradores não recebessem o incentivo da PLR.